"O Mundo sabe que pelo teu amor, eu sou doente / Farei o meu melhor para te ver sempre na frente / Irei onde o coração me levar / E sem receio... farei...o que puder pelo meu Sporting" - osangueleonino.blogspot.com -

Sangue LEONINO

quarta-feira, maio 15, 2019

15 de Maio de 2018



Cumpre-se hoje um ano após um dos dias mais negros e tenebrosos da história do Sporting.

Tivesse sido grave em maior ou menor escala, graduação definida em função da opinião e do posicionamento de cada um até que a verdade dos factos seja integralmente apurada, é absolutamente consensual que tal não pode voltar a acontecer, não só por tudo aquilo que a seguir se desencadeou de forma nefasta para o clube, mas também porque em tempo algum, quaisquer jagunços que sejam, de claques ou não, industriados ou não, independentemente das suas motivações, jamais poderão voltar a irromper pelo centro de treinos do nosso futebol profissional - um espaço sagrado! -  e exigir o que quer que seja. E muito menos agredir!

Ao contrário de muitos sportinguistas, embora eu também considere este episódio como algo profundamente lamentável, execrável e abjecto, não consigo apelidá-lo como o dia mais negro da história do nosso clube. 

É que na minha opinião de mero adepto e sócio, os dias em que Rui Mendes e Marco Ficcini foram assassinados serão sempre os mais repugnantes da história do Sporting e da memória colectiva leonina, não só porque acarretaram a perda de vidas humanas, mas também pelo modo ignóbil como esses mesmos homicídios foram perpetrados.