"O Mundo sabe que pelo teu amor, eu sou doente / Farei o meu melhor para te ver sempre na frente / Irei onde o coração me levar / E sem receio... farei...o que puder pelo meu Sporting" - osangueleonino.blogspot.com -

Sangue LEONINO

segunda-feira, julho 23, 2018

Sessões de esclarecimento em terras algarvias



João Benedito estará esta semana por terras algarvias, tendo previsto o encontro com adeptos e sócios nos Núcleos locais, em sessões de esclarecimento sobre as linhas mestras do projecto que propõe para o Sporting.

25 de Julho, quarta-feira, pelas 21h
Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Olhão 
Zona Industrial, 3a Fase, Lote 32
8700-407 Olhão

26 de Julho, quinta-feira, pelas 21h
Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Vila Real de Santo António
Praça Marquês de Pombal, 17
8900-231 Vila Real de Santo António 


Nuno M Almeida

Jogadores nucleares de regresso!


Depois de meses e meses de pré-catástrofe, o Sporting começa a retomar a normalidade.

Com a SAD sob a batuta de um homem sui generis, mas muito experiente, nada do cataclismo que se anunciava se confirmou, pelo que aos poucos o plantel se vai reconstruindo e o trabalho sendo feito com normalidade.

Hoje foi dia de regresso de três jogadores importantes na estrutura da equipa, faltando o retorno aos treinos por parte de Coates.

Temos um treinador experiente a substituir Jorge Jesus - e inquestionavelmente bem mais barato - temos Viviano, guarda-redes experiente com passagens por clubes de nomeada, a substituir na baliza o ‘desertor’ Patrício, Nani regressou, podendo perfeitamente colmatar a saída de Gelson e há ainda Palhinha - agora cobiçado pelo Lille - que poderá ter a sua época de afirmação, substituindo William.

Em paralelo, sai Piccini - bastante titubeante na época passada - e entra Bruno Gaspar, jogador muito interessante, contando nós também com Raphinha, jogador que se não se ressentir da passagem para um emblema com maiores ambições, poderá vir a ser uma das principais figuras da equipa.

Por tudo isto e por mais reforços que ainda poderão chegar estou optimista em relação a este Sporting 2018/2019, sobretudo depois do funeral e do enterro que já nos haviam feito.

Sábado, às 20.30, lá estarei, entusiasticamente a apoiar e a aplaudir os nossos profissionais, até porque depois destes últimos tenebrosos meses é fundamental e imperioso mostrar que estamos com que chegou e com quem ficou!

Nuno M Almeida

domingo, julho 22, 2018

Benedito na primeira pessoa


João Benedito em entrevista à BOLA:

- Já disse que a última decisão de se candidatar foi a 23 de junho mas certamente que essa ideia já pairava na sua cabeça. Quando é que começou a burilar essa ideia?

 

- Há pontos distintos em relação ao que é a concepção do projecto e à ideia de nos candidatarmos. Começando por 2017, objectivamente, nesse ano eu não me iria candidatar, não iria a essas eleições. Tinha deixado de ser atleta do Sporting Clube de Portugal em julho de 2016 e, como tal, daí até às eleições ainda estaria na época seguinte a ter deixado de jogar. Há um tempo. Cada coisa a seu tempo e cada período que nós não podemos ultrapassar em relação aquilo que é a saída de atleta. Foram 21 anos, muito tempo, muitas emoções, muitas recordações e afins. E, como tal, isto acontece claramente numa altura em que não era correcto estar a apresentar-me a eleições, para mais quando tinha saído há menos de um ano. Depois há toda a parte de concepção do projecto de cultura desportiva que foi apresentado.

 

- Mas donde nasceu essa ideia?

 

- Vindo um bocadinho atrás, nunca tive o sonho de ser presidente do Sporting Clube de Portugal como outros dizem, mas, como todas as crianças, de poder ser jogador de futebol, de ser atleta. E isso consegui realizá-lo. Mas, durante, este período, formei-me na área da gestão e durante esse período, tendo em conta os ensinamentos que me foram sendo passados, a minha cabeça começou a ficar estruturada, aberta a outras realidades, normalmente relacionadas com a gestão de empresas. Sempre me fascinou esta parte de como se gere um clube de futebol, como se está por dentro de um clube de futebol. Já conhecia o Sporting enquanto atleta e quando terminei o meu curso pedi às pessoas da altura para poder começar a trabalhar no Sporting, pois o futsal treinava perto da hora de almoço e ao final do dia. As pessoas aceitaram e eu comecei a colaborar com  a estrutura de recursos humanos. Ao princípio, claramente, numa área mais financeira. Estive um ano no departamento financeiro.

 

- Aí devem ter surgido questões curiosas...

 

- Costumo brincar com isso [risos]. Houve alturas em que faltou o dinheiro e as pessoas mandavam cartas ao cuidado do dr. João Benedito. E diziam: ou você paga a fattura ou nós vamos para trás da sua baliza...

 

- Mudou entretanto de área?

 

- Sim. Passado um ano passei para o departamento de corporate, de empresas. Tinha a meu cargo cerca de €5 M com a faturação de camarotes, estabelecimento de parcerias... Eu próprio ia atrás de patrocínios, inclusivamente a minha e isto acontece numa altura em que tenho conhecimentos de gestão, estou com o meu primeiro emprego e sou atleta. E isto começa tudo a fazer sentido, a conjugação das coisas. As próprias pessoas, quando vinham ter comigo, quando ir vender um camarote ou tentar estabelecer uma parceria, as pessoas estavam cinco/dez minutos a falar sobre o negócio e o resto a falar sobre a vertente desportiva e a conjugação das duas áreas, a gestão e o desporto. A partir daí, comecei a idealizar que isto poderia ser um projecto desportivo para o Sporting. Perguntava: como vou conseguir conjugar as duas áreas?

 

- E então?

 

- Comecei a aculturar-me, a ler, a tentar perceber onde é que poderíamos ter alguns bons exemplos e a falar com pessoas. E desde aí até agora - nos últimos cinco, seis, sete anos já via isto mais numa perspectiva de concepção. Não era minha ideia propor-me a eleições, mas gostava. Então, concebi este projecto de cultura desportiva, baseado em atletas com pontos em congregação para a gestão.

 

- Esse é o ponto diferenciador em relação aos outros projectos?

 

- Claramente. Uma visão de quem esteve dentro do campo, em que a cúpula administrativa é liderada por quem esteve dentro de campo, que sabem o que é ganhar. Costumo dar estes exemplos: quem é o treinador campeão da Europa? Fernando Santos. O que é que ele foi? Futebolista. Campeão do mundo? Deschamps, futebolista. Quem foi, infelizmente, campeão nacional? Sérgio Conceição. Está na hora de aproveitarmos esta gente, também, para o campo da gestão. Aproveitarmos quem teve formação e esteve dentro de campo para ser brilhante, também, nas suas carreiras de gestão. Queremos propor para o Sporting Clube de Portugal algo diferenciado do que aconteceu até hoje.

 

- Em que medida?

- Esta diferenciação surge essencialmente, porque, antigamente tínhamos três patamares: a gestão, o desporto e os que estavam dentro do campo. Uns geriam, outros falavam de desporto e os restantes praticavam. Neste momento o que queremos fazer é que seja o desporto a delinear as orientações para que o desporto possa ter uma estratégia. Que sejamos nós a ter essa estratégia. É isso que é génese e a base deste projecto. Isto é inovador, é único no desporto nacional. E é para o Sporting um projecto que o cube tem a primazia de o ter, mas acredito que piamente no futuro muitos nos vão copiar.

 

- O Bayern Munique tem um modelo de gestão idêntico...

 

- É uma realidade externa, num mercado externo, mas apresentando valores: em número de sócios, desde 2002, cresceu 300 por cento; os resultados operacionais cresceram 320 por cento; em termos de resultados líquidos cresceram três vezes mais... Há alguma coisa aqui. E, olhando para o desporto, ganharam quase tudo e até ajudaram o segundo classificado. Esta gente sabe gerir. Aquilo que é o foco das organizações desportivas são os resultados desportivos e, como tal, em Inglaterra eles ganham mais não sei quanto em direitos televisivos, mas na Alemanha eles têm menos mas conseguem ser competitivos. E por algum motivo é.

 

- Não teme que, tendo em conta o historial de ex-atleta, tenha uma relação demasiado próxima dos jogadores?

 

- Está explicado no nosso programa quais as valências e as funções de cada um, inclusivamente para o futebol. Não há proximidade. Há proximidade entre as pessoas, mas o que tem de diferenciar aqui é o conhecimento. Não vamos andar dentro do campo, temos de trabalhar.

 

- Não irá para o banco?

 

- Por amor de Deus... Sou uma pessoa que preza o institucionalizado, gosta de regras. Há muito trabalho a ser feito. Não critico quem o tenha feito, digo é que da nossa parte, claramente, será uma aposta diferente.

 

- Como viveu os últimos tempos de Sporting até à AG destitutiva?

 

- Com uma dor enorme por aquilo que se estava a passar com o clube. Todos nós vivemos. Mesmo aqueles que estiveram mais envolvidos tiveram essa dor.

 

- Conhecendo até pessoalmente o antigo presidente, porque trabalhou com ele, previa que isto pudesse acontecer?

 

- Eu próprio elenquei o que eram as coisas boas do mandato de Bruno de Carvalho. Fi-lo na apresentação: controlo maioritário da SAD, militância, o incremento de sócios, a aposta nas modalidades. Há coisas boas que foram feitas. E, claramente, há um passado de coisas más que têm de ficar para trás. Nós estamos aqui para o futuro e pensar no que vem a seguir. Já há muita gente a falar do Sporting e naquilo que aconteceu. Apresentámos o projecto.

 

- Acha que Bruno de Carvalho convivia bem com antigas figuras do clube?

 

- Não sei se convivia ou não, eu sempre convivi muito bem com o Sporting Clube de Portugal. Diferencio muito o que é o clube das pessoas, porque várias pessoas já passaram pelo clube. O clube representa tudo para nós, as pessoas podem representar formas de estar diferentes. Não estou a dizer que o presidente A, B, C ou D foi melhor do que o E, F, G. O que digo é que o clube para mim representa muito e sempre me senti muito bem em estar no Sporting.

 

- Mas no estrangeiro são normais as homenagens. O João saiu ao fim de 21 anos, não sei se houve um ‘obrigado’, mas uma festa de homenagem não houve...

 

- Tive um momento que me emocionou muito, que foi ver num jogo da Champions uma tarja no topo sul onde constava a minha figura. Fiquei fascinado. A minha maior homenagem foi estar 21 anos no Sporting. Ainda hoje, nas minhas empresas, as pessoas vêm ter comigo e falam do Sporting. Hoje ainda vivo daquilo que foi o João Benedito enquanto atleta do Sporting. Muitas vezes disse que o meu maior título pessoal enquanto desportista, a minha maior homenagem, aquilo que ficou para a vida é o facto de as pessoas olharem para mim, para a minha figura, quando vão na rua, e me poderem pôr o apelido do Sporting. E dizerem: ‘Aquele gajo que está ali foi guarda-redes do Sporting, aquele gajo que está ali é o Sporting.’ E ao cumprimentarem-me não me perguntam como estou, dizem ‘viva o Sporting!’ E é isto que é o meu maior contributo e homenagem.

 

- Que retrato faz do estado do clube?

 

- É um clube que está a passar por uma revitalização, que neste momento está com uma Comissão de Gestão e que dentro em breve terá um futuro

 

- Não está demasiado dividido?

 

- Não acho. O clube esteve dividido entre 71 e 29 por cento.

 

- Disse que vai ter um CEO transversal a todo o grupo Sporting, não poderá haver aqui uma colisão com o papel do presidente?

 

- Longe disso. Passo a explicar. Os sócios podem estar descansados que o presidente eleito para o Sporting Clube de Portugal e a sua equipa que vão definir a estratégia para o clube. O CEO  será transversal para podermos conseguir ter uma visão e conhecermos uma visão global de todo o clube, juntamente com a SAD. O Sporting não começou dividido, era um só, depois é que foi dividido entre SAD  e clube, e, curiosamente, nessa vertente mais empresarial, em que o Excel começou a prevalecer em vez do desporto, nós perdemos a cultura vencedora. Está na altura de a recuperar. Esse CEO vai ser o responsável pela implementação de uma estratégia e por ter a seu cargo todas as áreas que  não são desportivas. E vai-nos auxiliar na tomada de decisão, porque há muitas áreas não desportivas que servem de suporte às decisões do desporto. O input principal é o desporto, é a gestão e depois o campo.

 

 

- André Cruz é um bom nome para a direção desportiva?

- Foi um grande jogador do Sporting Clube de Portugal, um central de eleição e é uma pessoa muito capaz.

 

- Fez parte de uma modalidade que foi a mais vencedora no Sporting nos últimos 20 anos. Para a dimensão do clube, o futebol profissional tem ganho muito pouco. o que é preciso fazer para reverter essa situação?

 

- O nosso projeto de A a Z. O sucesso desportivo vai trazer a estabilidade financeira e institucional do clube. Por outro lado, o que precisamos para ganhar? Pessoas que saibam o que é ganhar para passar esses ensinamentos, para poder transmitir aquilo que são as suas experiências enquanto atletas que foram, na forma de atuar, de estar, de gerir; na forma como absorveram a cultura Sporting, porque só quando os atletas tiverem uma cultura Sporting e perceberem que trabalham para uma família é que vão conseguir dar mais aquele bocadinho que é necessário dar.

 


Nuno M Almeida


sábado, julho 21, 2018

Muito obrigado, José Sousa Cintra!


Digam o que disserem, chame Bruno Miguel a Sousa Cintra o ‘homem do tremoço’, chame o que quiser,  a verdade é que nunca, em momento algum, lhe chegará sequer aos calcanhares.

Sousa Cintra pode só ter a quarta classe, atropelar a língua portuguesa, mas tem uma carreira empresarial de sucesso que fala por si. Não andou a criar micro-empresas com o paizinho, não criou empresas unipessoais da treta, teve sim impérios empresariais em sectores como o das bebidas ou do petróleo.

Ao contrário de outros, é um sedutor nato, um grande negociador e um gentleman que cria empatia com os seus intercolutores.

Será para sempre o meu presidente porque foi o primeiro sportinguista no qual votei - tinha eu 19 anos - nunca me tendo desiludido, pelo que é sem surpresa que o vejo a servir pela segunda vez com eficácia, competência e espírito de missão o meu Sporting!

Muito obrigado, José Sousa Cintra!

Nuno M Almeida

No pasa nada????


jornal expresso 

Nuno M Almeida 

Bas Dost fica!


Bas Dost: “Estou muito feliz. Penso que houve um tempo em que não pensei voltar a sentar-me aqui porque aconteceram muitas coisas más. 

Mas pensei durante algum tempo, com a minha família, e concluí que este é o meu clube. 

Quando vim para cá, há dois anos, não sabia o que esperar, mas nestes dois anos aprendi o que é o Sporting, amo este clube. As pessoas que trabalham aqui, os fãs que vão a todos os jogos, seja em Portimão ou no norte...

Toda esta situação foi boa para os outros clubes. Tentam tirar-me do Sporting, apresentaram-me boas propostas, isso é verdade e é a única coisa que posso dizer. Mas isso não me interessou e acabei por escolher o Sporting"

Nuno M Almeida





sexta-feira, julho 20, 2018

Benedito: mitos... e agências de comunicação






O rapaz só há 24 horas apresentou a sua candidatura mas já fiquei a saber por uns quantos iluminados que a sua idade é um handicap e que não tem grande experiência de gestão.

Pois bem, Frederico Varandas nasceu em 1979, Benedito em 1978, mas curiosamente sobre o primeiro ainda não ouvi ou li qualquer alusão pejorativa à idade. Diria antes: sorte a destes rapazes que ainda não estão nos 'entas'. Quem me dera...

Também a propósito, relembro que Bruno Carvalho chegou à presidência do Sporting com 41 anos; se Benedito ganhar será presidente aos 40, mas uma vez mais sobre o primeiro nunca ouvi ninguém referir que era demasiado jovem para liderar os destinos do clube.

O saudoso João Rocha chegou à liderança com 43 anos.

Quanto à experiência de gestão, qual é na realidade a de Frederico Varandas? E Bruno Carvalho, que geriu ele de relevante antes de chegar à presidência? Ah, sim, criava micro-empresas com o pai. Entre 1992 e 1994 foi Director Comercial da Reviloc, Lda. De 1994 a 1998 empresário em nome individual, no domínio de pavimentos e obras de construção civil. De 1998 a 2009 Sócio Gerente da Bruno de Carvalho – Revestimentos, Soluções de Interiores e Representações Comerciais, Lda. e da Soluções Atelier, Lda. Em 2009, fundou e presidiu à Fundação de Solidariedade Social Aragão Pinto.

Quanto a Benedito: gestão de investimentos em imobiliário, criação de uma marca desportiva juntamente com um sócio - uma marca de joalheiras e cotoveleiras para um nicho de mercado do futsal, do voleibol, do andebol, uma empresa de personalização têxtil, nomeadamente fardamentos. Anteriormente, funcionário do Sporting na área de formação e no marketing.

Portanto, se alguém se quiser dar ao trabalho de fazer comparações, esteja à vontade. Peço é que sejam sérios!

Diria, para terminar, que mentiras repetidamente ditas passam de facto a verdades... ou então, concluo que há agências de comunicação que fazem mesmo 'maravilhas'...

Nuno M Almeida

Que dizer dos jogadores da casa?


Bruno Fernandes fica em Alvalade, a continuidade de Bas Dost está bem encaminhada e Battaglia já deu indicações aos seus representantes para também permanecer de Leão ao peito.

Se tudo isto se concretizar, faço uma pergunta muito simples: não tendo nenhum destes jogadores sido formado na nossa academia, que dizer então da irredutibilidade em saír por parte de homens da casa? 

Se havia alguém naquele lote de futebolistas que apresentaram pedidos unilaterais de rescisão com verdadeiras razões e fundamentos para o fazer, seria indubitavelmente Bas Dost. Ora se até este deve ficar...

Não tenho assim agora qualquer dúvida de que Patrício, William e Gelson, e os seus representantes, aproveitaram de forma oportunista o condenável e ignóbil ataque perpetrado em Alcochete para concretizarem aquilo que há muito pretendiam: bater com a porta e abraçarem novos projectos noutros campeonatos.

Tudo isto uma vez mais me leva a perguntar se não faz cada vez mais sentido perceber de uma vez por todas porque falha na nossa academia a formação humana, a qual evidentemente não acompanha a excelência da formação desportivo-futebolística...

Nuno M Almeida

O que mais aí virá...

José Sousa Cintra: 

"Mandei anular isso. Já caiu a cláusula de confidencialidade (de Jorge Jesus)."


Nuno M Almeida

quinta-feira, julho 19, 2018

Im memoriam


Morreu João Sobrinho,  um dos nomes incontornáveis das grandes equipas de hóquei em patins do Sporting que cresci a admirar e idolatrar nos anos 70 e 80.

Um nome mítico, a par de Livramento, Ramalhete, Chana, Rendeiro, Trindade e mais uns quantos que para sempre figurarão na galeria dos notáveis do nosso hóquei.

Sobrinho conquistou 4 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal, 1 Taça das Taças e a Taça dos Campeões Europeus de 1977.

Foi ainda internacional por 89 vezes, tendo-se sagrado três vezes Campeão da Europa e duas Campeão do Mundo.

Que descanse em paz!

Nuno M Almeida 

Benedito formalizado enquanto candidato



João Benedito:

"Lideraremos pelo exemplo, pela raça, pela alma e pelos valores do nosso clube. 

Se alguém tem dúvidas sobre a manutenção do que é acertado, connosco podem ter a certeza que o que está bem não será alterado. 

Vamos manter a aposta vencedora nas madalidades, a manutenção da SAD pelo clube, o crescimento da militância, a introdução da tecnologia no futebol e a luta pela verdade desportiva.

Queremos um Sporting independente, com controlo maioritário da SAD e tudo faremos para recuperar o que for viável. Um Sporting que se lance no futuro, com ideias, projeto, sem sportiguistas mais notáveis que outros. Que vote a encher os sportinguistas de orgulho e muitas vitórias."

Nuno M Almeida 

Ao que isto chegou...

Comecei a viver com fervor e entusiasmo nos anos 70 o meu sportinguismo. O mesmo sportinguismo indefectível que ainda hoje vivo e respiro.

Enquanto sportinguista vi o meu clube passar por situações difíceis, mesmo com grandes homens ao leme, como o saudoso presidente João Rocha.

Mas nunca, jamais, em tempo algum, imaginei que o clube do meu coração pudesse descer tão baixo e ter gente tão rasca e rasteira a falar em seu nome e a encher a boca com essa maravilhosa e honrada instituição centenária.

Não sei quem abriu a porta a personagens tão pouco recomendáveis mas talvez seja altura de mostrar inequivocamente a toda essa gentalha a porta de saída!

Somos o Sporting, não somos a sociedade filarmónica de ‘trás do sol posto’ ou um clubezito de bairro. Sem desprimor por colectividades mais humildes e modestas.

Só que não podemos nem devemos pactuar com comportamentos menos lícitos ou com néscios que apenas usam o Sporting em proveito próprio, sem pingo de escrúpulos!

Nuno M Almeida

quarta-feira, julho 18, 2018

Momento Monty Python



Nuno M Almeida

“Raça e Futuro”

Apresentação da candidatura de João Benedito:

Quinta-feira, às 12h30 - Avenida Frei Miguel Contreiras, n.º 52, em Lisboa.


Nuno M Almeida


No país do 'deita abaixo'...






No país do deita abaixo, da invejazinha, da intriga, do anonimato cobarde e do insulto fácil, o nosso clube não poderia de facto destoar. Mentes pequeninas.

Basta ler os comentários diariamente deixados neste blogue, navegar pelas redes sociais ou visitar as versões online dos jornais desportivos para ler o desfile de disparates e calúnias que por aí proliferam.

O Benedito é um encostado dissimulado, o Varandas é um abutre venenoso traidor, o Dias Ferreira etc e tal... ou seja, neste clube ninguém tem valor, sendo tudo uma cambada de oportunistas que apenas visam servir-se do Sporting.

Pois bem, reiterando a minha opinião de que a pulverização de candidaturas - embora seja um sinal de vitalidade - poderá ser prejudicial porque deixará espaço de manobra e demasiada expressão eleitoral à oposição que resulte das próximas eleições, também serei o primeiro a aplaudir TODOS os meus consócios que decidam saír da sua zona de conforto e assim formalizarem candidaturas.

É que enquanto uns quantos trolls frustrados, recalcados e ressabiados sem pingo de talento ou valor apenas se dedicam a destilar fel, outros, bem ou mal, tentam encontrar soluções para o clube e assegurar um futuro mais estável para o Sporting. Sobretudo depois da tempestade de insensatez e loucura que assolou Alvalade!

Mas é assim a vida: enquanto uns constroem, outros vilipendiam e tentam deitar abaixo. Não há nada a fazer a não ser conviver com esta gentalha rasca e pequenina. Demasiado pequenina.

Nuno M Almeida

Seriam dois excelentes reforços!

Muito provavelmente é mera especulação jornalística, tão típica da silly season, mas a concretizar-se, seriam dois excelentes reforços!

Duvido é que tal venha a acontecer porque não creio que Slimani e Javi Garcia - este já antes havia recusado o Sporting - deixem duas ligas tão competitivas para jogarem em Portugal...


Nuno M Almeida


terça-feira, julho 17, 2018

Benedito deve avançar


Se se concretizar esta semana a formalização da candidatura de João Benedito, para mim isso será uma excelente notícia.

Há muito digo que Benedito pode perfeitamente personificar a terceira via que também há muito reivindico.

Uma alternativa que corte com o (c)roquettismo dos sportinguistas que teimam na prevalência de uma linhagem que se julga ser dona do clube e legítima herdeira do Sporting do Visconde de Alvalade.

Uma alternativa que também rompa com uma linha populista, fundada num estilo de liderança demasiado centrado no líder, caracterizado por um discurso beligerante e trauliteiro. Como até há pouco tempo tivemos...

João Benedito é um indivíduo com formação académica em Gestão, tem uma enorme experiência desportiva, conhecendo perfeitamente todas as variáveis que mexem com a dinâmica de um grupo de trabalho, foi ainda funcionário do clube e é muito bem visto em vários sectores leoninos.

A tudo isso junta um enorme sportinguismo, uma personalidade conciliadora e um estilo sóbrio e equilibrado.

Resta saber se avança. Com que equipa e com que programa.

Não se me afigurando saudável a pulverização de candidaturas - embora alguns aludam a dinâmica e vivacidade do clube para justificar tantos candidatos - diria que o ideal seria termos poucos contendores, mas com alternativas sólidas e verdadeiramente enquadráveis na nossa actual realidade.

Com muitos candidatos a apresentarem-se a sufrágio, será pouco expectável que o vencedor angarie uma percentagem de votos avassaladora. Ora, isso deixará espaço de manobra e demasiada expressão eleitoral a uma oposição que resulte das próximas eleições. E se há coisa de que o Sporting urgentemente necessita é de coesão, união e de verdadeiros pactos de regime. Não de mais divisões e guerras de capelinhas.

Nuno M Almeida


segunda-feira, julho 16, 2018

Ping pong... das comadres



Nuno M Almeida

Mais alguns sinais interessantes


Lausanne, 1 - Sporting, 4

Nuno M Almeida

Seja presidente quem for...

... o Sporting é dos sócios e para os sócios!

Já cá ‘cantam’ as gameboxes para a nova época.

Não há polémica, crise institucional ou desportiva, desfalque no plantel, CM TV ou presidente que esmoreça nesta família a fé e a crença leonina!


Nuno M Almeida 


domingo, julho 15, 2018

Tudo menos isso!


Nuno M Almeida 

O próximo Bettencourt?


Em 2009, José Eduardo Bettencourt era visto como o candidato do chamado sportinguismo ‘tradicional’, na altura concorrendo contra Paulo Cristovão, um candidato de uma linha mais populista.

José Eduardo Bettencourt era apoiado pelos chamados notáveis do clube, pela linhagem dos apelidos sonantes, por tudo o que era ala (c)roquettista e ainda pela banca. Banca na qual havia trabalhado até ser eleito e à qual voltou após sair do Sporting.

Adicionalmente, era valorizado porque já tinha exercido funções no clube, nomeadamente no departamento de futebol, no qual - a par de Miguel Ribeiro Telles - tinha sido campeão nacional e beneficiava de uma pretensa boa relação com os jogadores.

Quando foi eleito presidente revelou-se um deserto de ideias, um completo fracasso na gestão do futebol - “Paulo Bento forever”, Paulo Sérgio, Costinha... - e um líder sem força para mudar o que quer que fosse dentro do clube. 

Pese embora tudo isso, Eduardo Bettencourt era na altura o presidente da SAD do Sporting mais bem pago de sempre. A comissão de vencimentos liderada pelo antecessor Soares Franco havia proposto um ordenado de 300 mil euros brutos, por ano, o que dava 21,4 mil euros por mês durante 14 meses. Resultados desportivos... zero.

Recordo-me também daquele patético dia em que pomposamente chamou a Alvalade os jornalistas, no âmbito de uma reunião informal, para lhes anunciar e apresentar... a sua nova conta no twitter.

Este foi o homem no qual que votei, voto do qual mais tarde bem me arrependi. 

Mas como está actualmente em curso outra candidatura que muito me faz recordar Bettencourt, seguramente tentarei evitar cometer pela segunda vez o mesmo erro!

Nuno M Almeida

sábado, julho 14, 2018

Uma grande salada... de honra



Comissão de honra? O que é isso? Uma estafada fogueira de vaidades? Uma forma de apresentar uma lista que seja um misto de sportinguistas conhecidos, de oportunistas inúteis que se posicionam consonante o vento, de malta de várias tendências no sentido de tentar oferecer alguma credibilidade e abrangência à candidatura? Ou uma mera estratégia comunicacional do ‘guru’ Luís Paixão Martins?

Seja qual for o objectivo, mais ou menos bem intencionado, rejeito completamente esta tendência ou ideia que alguns persistem em ter - já com o anterior presidente aconteceu o mesmo - de criarem grupos de pretensos notáveis, de gente à qual se tenta colar uma imagem de nata do Sporting, le crème de la crème.

É que na verdade nenhum destes sportinguistas é mais importante ou tem mais valor do que qualquer um dos restantes 170.000 sócios. Aliás, um dos problemas crónicos deste clube assenta sempre nestes notáveis de pacotilha que apenas procuram fogueiras de vaidades e estatutos da treta, porque quando toca a trabalhar e arregaçar as mangas em prol do clube... nunca se vêem. Esfumam-se. Desaparecem.

Nesta miscelânea que é esta tal comissão de honra vejo gentinha ligada ao (c)roquettismo, cataventos que já estiveram nas listas de Madeira Rodrigues, ex-acérrimos defensores de Bruno Carvalho, ‘gestores’ e mais ‘gestores’, entre outros camaleões que se posicionam conforme as conveniências em função do vento de poder que em determinado momento sopra.

Este é e sempre será o pior legado no meio de tudo aquilo que de bom o ADN fundador do Visconde de Alvalade aportou ao Sporting: a (in)útil elite...

E pelos vistos Varandas também vai por aí. 

Nuno M Almeida

Sinais interessantes


Sporting, 1 - Nice, 0

Neste jogo com o Nice, uma das principais equipas da última liga francesa - agora treinada pela lenda Patrick Vieira - sinais interessantes deixados pelo Sporting.

Maior entrosamento, melhor ligação entre sectores, boas recuperações de bola, pressão alta e transições rápidas. Sobretudo na segunda parte.

Como é evidente há muito a melhorar num plantel profundamente remodelado, mas a cada jogo será evidente a melhoria, tanto a nível individual como colectivamente, em função de mais e melhor ritmo acumulado.

Tenho gostado em particular de Viviano, Matheus Pereira, Raphinha e Jovane. Boas indicações.

Nuno M Almeida 



Mudam-se os tempos...


Quando até a ex-presidente da ex-comissão ‘qualquer coisa não sei quantas’ criada pelo Bruno Miguel lhe retira apoio, algo está mesmo para acontecer.

Ó Elsa, conta lá ao pessoal: o que é que tu sabes? O que é que aí vem?

Só os burros é que não mudam de opinião, mas parece que se mudam os tempos, se mudam as vontades...

Nuno M Almeida 

Será?


Nuno M Almeida

sexta-feira, julho 13, 2018

Rogério Alves, porquê?



Não sendo particular admirador de Rogério Alves, pelo contrário, não entendo porque há-de o mesmo ser considerado um grande trunfo na lista de Frederico Varandas e de repente ter sido promovido a grande figura consensual da nação leonina.

Qual o grande currículo de Alves ao serviço do Sporting? Ter sido presidente da Mesa da Assembleia-Geral de Godinho Lopes? Como Eduardo Barroso? Como Dias Ferreira? Como Marta Soares?

Ou ter sido o prolixo advogado de Jorge Jesus, Álvaro Sobrinho e de Paulo Pereira Cristovão?

De facto, saber gerir a imagem, em particular junto da comunicação social, mantendo estreitas relações com jornalistas, faz milagres...

Nuno M Almeida 

William a caminho do Bétis

Entre andarmos anos e anos enredados com processos em tribunal - mesmo com fortes possibilidades de ganharmos - ou resolver a bem as transferências dos jogadores que não querem voltar a Alvalade e ainda encaixarmos uns necessários milhões, diria que a opção mais sensata será óbvia... pelo menos para a maioria dos sportinguistas...


Nuno M Almeida 


quinta-feira, julho 12, 2018

Derrota em terras suíças


Depois de uma expressiva vitória por 6-0 frente a uma equipa regional - Lancy - derrota há pouco frente ao Neuchatel Xamax, por 2-1.

Claro que agora virão os arautos da desgraça dizer que estamos prestes a descer de divisão, que esta comissão de Gestão é uma comissão liquidatária, que se anuncia o caos e que esta será a primeira de muitas derrotas.

Jogo importante para que os novos elementos se integrem e se adaptem a um plantel também ele em reconstrução. Nesta altura os resultados valem o que valem.

Gostei de algumas boas indicações dos novos reforços, nomeadamente de Viviano na baliza, tendo tido algumas boas intervenções a evitar golos de uma equipa mais avançada na preparação.

Mas obviamente ainda falta muito para um Sporting reconstruído de qualidade e para que a equipa esteja pronta para os desafios da época oficial que se vai iniciar.

Mais jogadores chegarão, outros serão dispensados, pelo que ainda é absolutamente prematuro fazer grandes análises.

Nota final de destaque para o apoio dos sportinguista presentes no jogo de hoje, por terras suíças.

Nuno M Almeida 

Candidaturas siamesas


Nuno M Almeida