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Sangue LEONINO

sábado, maio 19, 2018

Bomba atómica depois da lei Bosman? Duvido!

Há umas publicações atrás fiz aqui um apelo aos nossos jogadores para terem juízo e não virarem costas ao clube que representam e aos adeptos e sócios que os apoiam. Ou para não se enredarem em complicados e intrincados processos jurídico-laborais.

Sinceramente, acredito que haverá um pedido de rescisões unilaterais em massa? Não!

Não sou jurista mas mal estaria o futebol mundial se, com base em situações de mal estar entre atletas e presidentes, ou na decorrência de agressões de adeptos tresloucados a futebolistas, fossem permitidas rescisões unilaterais.

Estaria então aberto um precedente gravíssimo e um terreno fértil para empresários e jogadores tratarem da sua vidinha como muito bem lhes apetecesse. Bastaria a um atleta que estivesse contrariado num clube, contratar um palerma para o agredir nas instalações da sua entidade patronal, para que automaticamente tivesse legitimidade jurídica para sair a custo zero para o emblema que muito bem lhe apetecesse.

Depois da bomba Bosman que mexeu profundamente com o mundo do futebol e impactou indelevelmente a relação entre futebolistas e clubes, teríamos agora uma bomba atómica de proporções ainda mais gigantescas.

Portanto, se me perguntarem se acredito nessa possibilidade, respondo com um rotundo NÃO!

Nuno M Almeida