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Sangue LEONINO

sábado, dezembro 11, 2010

André Santos, um valor seguro

Raríssimas vezes o jornal A Bola merece que o cite pela positiva, mas hoje é, de facto, um desses casos.
Reproduzo aqui o artigo publicado sobre o nosso jogador André Santos, um dos reforços em quem eu mais apostava - até dada a sua regularidade exibicional na época passada em Leiria - e que neste momento é indiscutivelmente uma das 'peças' do plantel com maior e melhor produção. Ainda por cima é um bom carácter e um verdadeiro sportinguista.



André Santos é puro-sangue leonino, por Pedro Figueiredo

Chegou aos 10 anos. Passou por todos os escalões de formação. Saiu dois anos e voltou para ser titular.

Há um novo rosto a personificar o puro espírito do leão. André Santos, médio de 21 anos, é hoje um dos inquestionáveis de Paulo Sérgio, a par de Pedro Mendes e Maniche. Aliás, foi o regresso do n.º 6 após prolongado período de recuperação de lesão, que confirmou o estatuto de André Santos no onze leonino. Não havia quem vaticinasse o seu afastamente da titularidade após o regresso de Pedro Mendes, o que não aconteceu.

As exibições seguras, apesar da idade, e a maturidade com que encara a missão, fazem do jovem jogador um dos verdadeiros exemplos dos produtos de excelência que são trabalhados na Academia de Alcochete.

André Santos faz parte de um reservado lote de jogadores, que entrou em Alvalade quando tinha 10 anos - veio do Lourinhanense, onde foi observado pelo departamento de prospecção - e percorreu todos os escalões de formação leoninos, desde o primeiro ano de iniciado ao último de júnior. Foi mesmo campeão nacional em todos eles.

Saiu, para o Fátima, no primeiro ano de sénior e não demorou a regressar. Logo deu nas vistas e foi para o U. Leiria, ainda em 2008/09. Na época passada continuou à beira do Lis; o Sporting até tentou recuperá-lo na reabertura do mercado, mas o contrato de cedência ao U. Leiria não previa tal cenário. Ficou até ao fim.

Fonte próxima do jogador, contactada por A BOLA, garante que André continua o mesmo miúdo humilde que entrou há onze anos em Alvalade. Mantém a mesma impressionante capacidade de trabalho e isso, por si só, justifica os créditos que todos os treinadores lhe têm dado na sua curta carreira profissional.




Leonino