"O Mundo sabe que pelo teu amor, eu sou doente / Farei o meu melhor para te ver sempre na frente / Irei onde o coração me levar / E sem receio... farei...o que puder pelo meu Sporting" - osangueleonino.blogspot.com -

Sangue LEONINO

segunda-feira, janeiro 31, 2011

Não há razão para optimismos

A demissão do Presidente do Conselho Directivo permitiu que soprasse uma brisa de esperança no retorno do Sporting aos trilhos da sua grandeza histórica e tradicional.
Bettencourt não tinha conseguido travar o ciclo catastrófico acelerado por F. S. Franco, que já seguia uma cartilha "roquetistta" a caminho do abismo. Em conclusão, o Dr. JEB foi um desastre total adivinhado por muitos, eu incluído.
E agora? Agora não vejo motivos para optimismos. Como doutras vezes antevejo o ressurgimento dum candidato de continuidade, mas reciclado. Este "candidato" hoje, mas logo amanhã Presidente, vai usar das demagogias do costume, e que são: um Plano de reestruturação (outro plano) que se for aprovado vai permitir todas as quimeras, sonhos ou deslumbres; mas que se não for aprovado vai ser o caos. Pelo meio agita-se a cenoura: vai haver milhões para reforçar a equipa de futebol.
E qualquer candidato opositor vai ser considerado "aventureiro".
Com este "cocktail", por um lado a bandeira da abundância, por outro o espectro da miséria. Com esta argumentação, esse candidato da "continuidade"será eleito facilmente. Vai ser limpinho. Foi assim que FSF e JEB foram eleitos e fizeram passar as suas propostas. E os sócios vão atrás que nem "carneirinhos".
Porque meus amigos o Sporting está neste estado desastroso, "em cacos", por culpa única e exclusiva dos Sportinguistas. Foram e são os Sportinguistas que apoiam, elegem e suportam este tipo de irresponsáveis que estão a acabar com o Sporting.
Fico até abismado como agora vêm muitos tecer críticas a quem sempre apoiaram. Os Sportinguistas não só elegem mal, como, pior, apoiam os Projectos desastrosos que os incompetentes dos Presidentes lhes apresentam. Não houve influências de árbitros ou rivais. Fomos nós que quisemos dar com a "cabeça na parede". Várias vezes.
Na "gestão"(?) destes últimos anos há tudo menos imprevisibilidade: ESTAVA À VISTA!
E repito, gostava de acreditar que o rumo vai mudar....
Estou destroçado.

    Gabriel Almeida